Esta Festa das Canções – O nosso painel comenta a canção da Austrália

A Austrália tem a sua terceira participação enquanto país concorrente este ano. Há dois anos foi finalista à partida e classificou-se em 5º lugar. O ano passado  foi finalista por mérito próprio e recolheu as preferências do júri, tendo-se classificado em 2º lugar.
Este ano a Austrália, como vem sendo habitual selecionou internamente o cantor Isaiah Firebrace com a canção Don’t come easy.
É a canção nº 3 da primeira semifinal.
Aceda aqui à nossa ficha para a canção da Austrália.
 

Comentários dos nossos convidados especiais à canção da Austrália: 

Jorge MangorrinhaNão será fácil, mas a vitória virá num qualquer destes anos. 13/20 

Nina PintoA terceira participação deste país e na minha opinião com a sua aposta mais fraca. Uma balada comercial bem interpretada pelo vencedor da edição australiana do Factor X em 2016 mas não acrescenta nada de novo. Ainda assim estará presente na final. 13/20 

Nuno Marques da SilvaMais uma presença garantida na final para a Austrália. Uma boa canção pese embora alguma vulgaridade do poema (ouvi muito disto nos anos 80 e 90). Muito bem defendida por um óptimo intérprete. Não sei se será suficientemente marcante para nos ficarmos a lembrar desta canção durante muito tempo mas cumpre o objectivo. 13/20 

Pedro SáDos vencedores do júri de 2016 esperava bastante mais. Apresentam-nos um cantor com ar suplicante e uma composição que é tudo menos memorável, apesar de moderna. 08/20 

Sérgio Lourosa AlvesMais uma aposta ao estilo “X-Factor” da Austrália, sendo, desde logo difícil superar a grande balada do ano passado. Ainda assim, um cantor étnico pela sua aparência, traz uma balada Pop muito bem construída musicalmente e com um ritmo contagiante. Ainda assim, o melhor desta música é a sua letra, um poema muito bom que traz verdade ao palco da Eurovisão. Ainda assim, no final da música, fica-nos a faltar algo. No fundo, faz-nos lembrar Sam Smith ou James Arthur. Vamos ver como resulta em palco e que surpresas pode a Austrália trazer. 16/20

Sofia Vieira LopesEsta canção não me convenceu minimamente, nem no que respeita à construção musical, nem à letra, nem à voz do intérprete. Uma voz banal numa canção bastante banal. A mensagem de amor-próprio e força interior perde-se numa canção que, na minha opinião, não fica na memória. 11/20 

Carluz BeloTimbre forte, num jovem com uma interessante imagem levemente andrógina – o que é sempre bem-vindo. A canção em si apresenta-se com um meio-tempo, que acaba por não se destacar especialmente. Apesar de estar dentro das tendências de produção musical contemporâneas para baladas, a melodia em si não me cativa particularmente. 13/20

João FerreiraIsaiah tem a grande pressão dos resultados que o mais recente participante na Eurovisão conseguiu nas duas últimas edições. A equipa, que assinou a composição que em 2016 alcançou o 2º lugar, volta a ser responsável por “Don´t come easy”.
Produção cuidada, contemporaneidade numa forte balada bem interpretada, fazem da aposta australiana, mais uma vez, um grande tema eurovisivo.
Não estando presente no meu Top10, esta canção pode facilmente figurar nos primeiros lugares da Eurovisão 2017. A jovialidade pode alcançar pontos no televoto e a produção recolher frutos do voto do Júri. 13/20 

Comentários dos elementos do site Festivais da Canção à canção da Austrália: 

Gonçalo CoelhoA Austrália levou as minhas canções preferidas das edições de 2015 e 2016, pelo que aguardava com muita expectativa e entusiasmo a escolha do tema deste ano. No entanto, devo admitir que estou um pouco desiludido com este “Don’t Come Easy”. Se é certo que é uma canção muito bem produzida e com qualidade, também é facto que é uma música que não desenvolve muito e que, a meio caminho, já está praticamente conhecida. Mal termina, não guardo nada da sua melodia. No entanto, devido à voz forte do Isaiah, invulgar para a tenra idade que tem, acho que será uma das eleitas do júri, o que bastará para passar à final. A tão esperada vitória para os australianos é que terá de esperar um ano mais. 13/20 

Guilherme RuivoTal como referi para a Arménia, também a Austrália tinha uma difícil tarefa ao tentar igualar a grande canção da edição anterior. Não conseguiu e Dami In vai deixar saudades. A canção é muito boa, mas é uma regular canção de rádio. O cantor é muito bom sem dúvidas, mas não tem nada de seu, a sua voz é uma cópia do Sam Smith. E é precisamente neste ponto em que as canções de 2016 e 2017 deste país diferem. O tema do ano passado, também podia ser considerado uma balada pop mainstream, mas havia ali uma grande intérprete, com um talento de proporções esmagadoras. Vai passar a semifinal, seguramente, e acredito que fique bem no topo da tabela na final, mas não o merece. 16/20

João VeladaTema pop comercial com a qualidade musical a que este longínquo país já nos habituou na sua ainda curta jornada eurovisiva. O seu jovem intérprete tem uma ótima voz e isso acaba por abrilhantar ainda mais esta canção, que, a meu ver, é uma das melhores da edição deste ano. Espera-se mais um resultado entre os dez primeiros lugares para a Austrália e será merecido. 19/20 

Luís PereiraA Austrália continua a surpreender com a qualidade dos temas que tem levado ao ESC. Adoro o timbre vocal. Definitivamente na final. Parabéns à Austrália. 19/20 

Maria Fernanda Fonseca“Don’t Come Easy” vai estar com toda a certeza na final do Festival. Um tema muito bem concebido desde a música, bom poema, mas é sobretudo a presença e a voz semi-rouca do seu intérprete Isaiah que a completa. Uma excelente interpretação, as palavras saem sem esforço e a postura está de acordo com o tema. Bonita canção, interpretada com uma voz como eu gosto. Enche o palco. 18/20 

Miguel MeiraA Austrália é o país que mais forte joga de há três anos para cá. Balada moderna, com sonoridades internacionais, bem defendida por um intérprete que mostra segurança na sua interpretação para além de também o aspeto visual ser favorável. De certo será mais uma grande atuação em palco que lhe trará mais um lugar de destaque, senão a vitória. 18/20 

Vasco da Câmara PereiraBonita balada esta da Austrália. Mais um ano é que é finalista garantida. “Don’t come easy” poderia ser um sucesso comercial em qualquer chart (europeu e não só). No entanto, apesar de musicalmente simpática, diria que não inova nem arrisca muito: parece ser melodicamente construída by the book. 14/20 

André Miguel GodinhoMais uma grande aposta do país convidado! Um tema muito atual, mas talvez peque por ser muito linear. A grande mais valia será mesmo a voz e interpretação do cantor, provavelmente. 16/20 

Carlos PorteloEste ano este país longínquo apresenta-nos um tema com um instrumental apelativo, mas menos forte que o do ano anterior. Na minha lista de preferências das canções eurovisivas, provenientes de terras de cangurus, esta está em 2º lugar. Porém, no contexto deste ESC sobressai mas não merece o Top 5 final. 13/20 

Pontuação Média dos Jurados Convidados: 12,50 | Pontuação Média dos Jurados do Site Festivais da Canção: 16,22
Pontuação Total: 246 pontos | Pontuação Média de todos os jurados: 14,47
Intervalo de Pontuação entre: 8 e 19 respetivamente de Pedro Sá e João Velada/Luís Pereira

Fonte: Festivais da Canção 

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