In Memoriam – Aos cantores falecidos do ESC e FC 1979

1979

A 24ª edição do ESC foi a primeira a não ser organizada em solo europeu, situação que só voltaria a ocorrer 20 anos mais tarde.

Numa votação extremamente emocionante, Israel alcançou aqui a sua segunda vitória, sendo um dos quatro países a vencer o Eurofestival por dois ou mais anos consecutivos.

O número de participantes desceu para dezanove, fruto da ausência da Turquia. Este país tinha selecionado uma canção (“Seviyorum” por Maria Rita Epik e os 21.Peron) e atuaria na décima-primeira posição (entre Israel e França), mas viu-se forçado a desistir pela grande pressão exercida pelos países de maioria islâmica, que não viam com bons olhos a organização do concurso em solo israelita.

Dos trinta e oito participantes no ESC, sete já faleceram. Já dos vinte e nove concorrentes do Festival RTP da Canção, cinco já partiram.

ESC

  • Alemanha

o      Louis Hendrik Potgieter (Dschinghis Kahn) – 12 de novembro de 1994 (43 anos) – Sida

o      Steve Bender (Dschinghis Kahn) – 7 de maio de 2006 (59 anos) – cancro

  • Dinamarca

o      Tommy Seebach – 31 de março de 2003 (53 anos) – ataque cardíaco

  • Itália

o      Giancarlo Golzi (Matia Bazar) – 12 de agosto de 2015 (63 anos) – enfarte do miocárdio

o      Aldo Stellita (Matia Bazar) – 9 de julho de 1998 (50 anos)

  • Reino Unido

o      Alan Barton – 23 de março de 1995 (41 anos) – acidente de viação

  • Suécia

o      Ted Gärdestad – 22 de junho de 1997 (41 anos) – suicídio 

Festival da Canção

o      Cândida Branca-Flor – 11 de julho 2001 (51 anos) – suicídio

o      João Henrique – 2006 (55 ou 56 anos)

o      Manuel José Soares – 27 de abril de 2013 (64 anos)

o      Pedro Calvário (Grupo Gente)

o      Pedro Osório (SARL) – 5 de janeiro de 2012 (72 anos) – cancro

Nas palavras sentidas do escritor brasileiro Paulo Coelho, homenageamos aqui todos estes cantores: “Com que rosto virá a morte? Será que me vai deixar acabar o que tenho que fazer? Ou será que me vai levar no meio de um copo de uísque? Será que me deixará compor a música que tenho no coração? Será que espera que eu apague o cigarro e termine o meu concerto mais aclamado? Virá antes de eu encontrar a mulher, a mulher que me foi destinada? E em que lugar me esperará? Será que a vou conhecer? Vem, mas demora a chegar! Detesto e amo a morte. Talvez seja este o segredo da vida!”

Fonte: Festivais da Canção

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