Filipa Baptista, Luísa Oliveira, Mário Mata e Toy comentam “Amar pelos Dois”

Continuamos a publicar as mensagens que temos recebido sobre a canção portuguesa para o Festival Eurovisão da Canção deste ano, o tema de Luísa Sobral, interpretado por Salvador Sobral que se intitula Amar pelos Dois. Estamos a verificar uma enorme onda de apoio em torno do nosso tema e os comentários que temos recebido são prova disso. O tema composto por Luísa Sobral para o seu irmão está a emocionar e cativar a opinião pública.

Hoje publicamos mais quatro testemunhos, desta vez de Filipa Baptista, Luísa Oliveira, Mário Mata e Toy.

Filipa Baptista nasceu a 22 de Abril de 1985, em Lisboa, vivendo atualmente na região do Porto. Desde muito cedo que se dedicou à música, tendo participado no elenco infantil de várias peças durante os anos 90 com Filipe La Féria e nos programas Todos Ao Palco e Principais. Participou no Festival RTP 2009, com a balada O Teu Lugar, composta por Augusto Madureira. Desde aí tem cantado e feito colaborações com vários DJs, entre eles Pedro Cazanova. Participou na primeira edição do programa A Voz de Portugal. No Festival da Canção 2015, Filipa Baptista defendeu o tema A Noite Inteira, composto também ele por Augusto Madureira, numa versão bem dance, que se ficou (injustamente) pela primeira semifinal deste certame.
Fique com as palavras de Filipa Baptista sobre a nossa canção:
De todas as musicas, só duas me chamaram a atenção, mas quando ouvi a do Salvador, disse logo ao meu namorado que seria a vencedora, mesmo sem ouvir as outras. Gosto imenso da letra e da voz do Salvador. Espero que desta vez fiquemos bem classificados… Estou a torcer por ele…
Filipa Baptista

Luísa Oliveira nasceu em Montemor-o-Velho a 17 de Outubro de 1969. Foi solista da Orquestra Ligeira do Exército. Participou no Festival da Canção 1993, com o nome artístico de Liza Mayo, com o tema Talvez Noutro Lugar, com música de Luís Filipe e letra de Amadeu Diniz da Fonseca. Tem sido cantora residente em vários cruzeiros por esse mundo fora. Participou na primeira edição do programa Got Talent Portugal, numa interpretação primorosa do tema Granada, em lírico. Tem feito alguns concertos ultimamente recordando grandes temas.
Também ela não ficou indiferente à canção de Luísa Sobral e deixou-nos a seguinte mensagem:
Com todo o prazer!!!! Amo a canção do Salvador. Simplicidade, honestidade, riqueza interpretativa, diferença. Quando se fala de festivais, pensa-se sempre em grandes composições, grandes arranjos, grandes vozes. Para mim esta canção tem tudo isso e ainda a imagem do Salvador… Um ser indiferente a tudo e todos, que vive no seu Mundo… Penso que temos uma canção e um cantor incríveis… É para ganhar.
Luísa Oliveira

Mário Mata nasceu a 2 de Setembro de 1960, em Luanda, Angola. Veio para Portugal em Agosto de 1974, tendo fixado residência no Algarve. Começa a tocar em bares no final dos anos 70 e a sua primeira aparição pública data de Dezembro de 1980 no programa Febre de Sábado de Manhã, com a canção Não Há Nada Para Ninguém. Este tema foi editado em single e tornou-se num grande êxito. Durante a década de 80 editou vários trabalhos onde a componente de crítica social foi sempre temática predominante. Em 1987 concorreu pela primeira vez ao Festival RTP, com o tema É do Stress. Em 1993 editou o tema Somos Portugueses que voltou a catapultá-lo para a ribalta. Nesse mesmo ano voltou ao Festival com o tema Miúda Triste, não passando das semifinais. Em 2005 voltou aos trabalhos discográficos com o disco Dupla Face. Os seus últimos trabalhos discográficos foram Sinais do Tempo (2012), The Night Street Band “Amber Down” (2014) e editou este mês o disco RegressoMário Mata continua a atuar, nomeadamente em espetáculos de homenagem a Zeca Afonso.
Fique com as palavras de Mário Mata acerca da nossa canção:
Considero o tema intimista, sabiamente escrito no que toca a relacionamentos. É um bom tema, muito bem interpretado diferente de tudo o resto e que por isso tudo uma mais valia. Está de parabéns!
Mário Mata

Toy nasceu a 10 de fevereiro de 1963, em Setúbal, começou a dar os primeiros passos da sua carreira na música aos cinco anos, numa festa de uma coletividade da sua terra natal. Emigrou para a Alemanha e por lá viveu entre os 17 e os 25 anos, onde, e para além de outras coisas nunca abandonou a arte para a qual se sentia muito feliz e era o seu sonho de vida. Para tal, trabalhou como produtor de diversos artistas, tocou a guitarra portuguesa e foi vocalista de um grupo de jazz. De regresso a Portugal começou a sua carreira desde então, como compositor, autor e cantor, tendo tido um enorme sucesso ao longo dos tempos, dada a sua extraordinária capacidade vocal. Participou duas vezes no Festival da Canção: em 1990, com o tema Mais e Mais, alcançou o 3º lugar e o Prémio de Interpretação e voltou no ano seguinte para interpretar E Até Quando?. Os dois temas são de sua autoria em parceria com Ricardo Landum. Participou com sucesso no programa da TVI, A Tua Cara Não Me É Estranha e editou recentemente um trabalho discográfico intitulado O Coração Não Tem Idade.
Fique com as declarações deste cantor, autor e compositor:
Eu sinto muita autenticidade neste tema. Uma voz melodiosa num tema bonito. Esperemos que as opiniões globais também sejam assim.
Toy

Agradecemos a Filipa Baptista, Luísa Oliveira, Mário Mata e Toy a sua colaboração. Aceda aqui aos comentários já publicados anteriormente.

Fonte: Festivais da Canção | Depoimentos recolhidos por Miguel Meira

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s