In Memoriam – Aos cantores falecidos do ESC e FC 1980

1980 

Em 1980 ocorreu a única participação de um país árabe no ESC até aos dias de hoje. A honra coube a Marrocos, que se fez representar por uma das suas mais famosas intérpretes – Samira Bensaïd. 

Também foi a única edição em que um locutor nacional apresentava as respetivas canções. Coube a Eládio Clímaco a apresentação de José Cid e de “Um grande, grande amor”. 

Dos quarenta e um concorrentes do ESC, oito já não se encontram entre nós. Já dos quarenta e quatro participantes no Festival RTP da Canção, seis já faleceram. 

ESC 

* Bélgica 

o Marc Moulin (Telex) – 26 de setembro de 2008 (66 anos) – cancro faríngico 

* Dinamarca 

o Flemming Jørgensen (Bamses Venner) – 1 de janeiro de 2011 (67 anos) – enfarte do miocárdio 

* Espanha 

o Patricia Fernández (Trigo Limpio) – 27 de setembro de 2016 (62 anos) – crise asmática 

* França 

o Jean-Claude Corberl (Profil) – 30 de outubro de 1996 (43 anos) – crise asmática 

o Martine Havet (Profil) – 13 de janeiro de 2015 (63 anos) – enfarte do miocárdio 

* Luxemburgo 

o Magaly Gilles – abril de 1996 (32 anos) – sida 

* Noruega 

o Sverre Kjelsberg – 18 de junho de 2016 (69 anos) – causas por determinar, provavelmente relacionadas com uma situação cancerígena prévia. 

* Reino Unido 

o Danny (Kevin) Finn (Prima Donna) – 22 de fevereiro de 2016 (71 anos) – policitemia. 

Festival da Canção 

o Carlos Paião – 26 de agosto 1988 (30 anos) – acidente de viação 

o Carlos Saborida (Quarteto Música em Si) – 19 de novembro de 2014 (59 anos) – cancro 

o Judy Brennan (Fantástica Aventura) – 20 de maio de 2016 (67 anos) – cancro 

o Luís Pinto de Freitas (Fantástica Aventura) – 2 de agosto de 2015 (69 anos) – cancro 

o Madi – 22 de outubro de 2015 (70 anos) – leucemia 

o Manuel José Soares – 27 de abril de 2013 (64 anos) 

o Pedro Osório (S.A.R.L.) – 5 de janeiro de 2012 (72 anos) – cancro 

Nas palavras do grande Albert Camus, homenageamos aqui todos estes cantores: “Penso agora em flores e desejos e compreendo que todo o meu horror de morrer está contido no ciúme que tenho de vida. Sinto ciúmes daqueles que virão e para os quais as flores e os desejos terão todo o seu sentido de carne e de sangue. Sou invejoso e egoísta porque amo demais a vida. Quero suportar minha lucidez até o fim e contemplar a minha morte com toda a exuberância do meu ciúme de viver e do meu horror de morrer”.

Fonte: Festivais da Canção

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