Esta Festa das Canções – O nosso painel comenta a canção de Israel

Israel inscreveu o seu nome como concorrente no Festival da Eurovisão em 1973 e desde então apenas esteve fora da competição em 1980, 1984, 1994 e 1997. Este país venceu o certame por três vezes: em 1978, 1979 e em 1998. As canções israelitas estiveram 10 vezes no Top 5.
Israel conseguiu estar sete vezes nas grandes finais desde 2004 e outras seis ficou-se pelas semifinais.
Este ano a IBA continuou a escolher o seu intérprete no formato televisivo para novos talentos Rising Star mais tarde apresentou a canção I feel alive para a interpretação Imri. Israel encerra a segunda semifinal que terá lugar a 11 de Maio em Kiev é a canção nº 18.
Aceda à nossa ficha para a canção israelita aqui.

Comentários dos nossos convidados especiais à canção de Israel:

Jorge MangorrinhaUm pop electrónico é enriquecido pelos instantes étnicos e pela voz, mas a mensagem é frágil. 15/20

Nina PintoOnde é que eu já ouvi isto? Tantas vezes!!! Não tenho dúvidas que será um dos hits deste ano no Euroclub mas ”ficamos” por aí. Não sei se conseguirá chegar à final. 13/20

Nuno Marques da SilvaUma boa batida de Israel que apostou num videoclip carregado de muitos apelos e mensagens subliminares para quem o viu com atenção. Está lá tudo para que o grande público da Eurovisão alinhe com os israelitas. Eu sinto-me vivo no fim desta segunda semifinal. 16/20

Pedro SáExcepcional. Canção 100% dentro dos standards pop de 2017 e cantor que é perfeito para ela. E com presença em palco. E com alegria. 20/20

Sérgio Lourosa AlvesSinto tanta simpatia com esta música e com este cantor, talvez por me rever no percurso e na forma como a música está construída. Um corista, já em duas edições da Eurovisão, agora tem a sua oportunidade a título próprio no “palco” em que já teve como “pano de fundo”. Uma oportunidade que realmente quer e fez por isso. É uma música muito atual e muito rica na sua estrutura, ritmo e dinâmica. Vai crescendo com pormenores vocais e instrumentais até ao refrão poderoso, sendo que o “bridge” anterior aos refrões é extraordinário. O cantor, como já referi, tem grandes qualidades vocais, excelente interpretação, com alguns “ad libs” orientais, que terá de certo uma coreografia mais tradicional aquando da parte final mais orientalizante e exótica. Com esta música e interpretação, “I Feel Alive”. 19/20

Sofia Vieira LopesParece-me que o único valor desta canção acaba por ser uma coincidência: uma canção que poderá pôr o público a dançar, fechando esta segunda semifinal com alguma animação. Usa alguns elementos tímbricos e padrões melódicos que remetem para muitas outras canções que diariamente se ouvem pelas rádios. Não aprecio minimamente, mas percebo o que poderá agradar ao público eurovisivo. 12/20

Carluz BeloCanção pouco interessante de forma geral. O vocalista apresenta um timbre bonito que ganha vida em alguns fraseados melódicos que ocorrem pontualmente durante a canção. Penso que esse é para mim, o único detalhe interessante do tema, que utiliza uma batida cansativa e demasiado massacrante. 09/20

João FerreiraUma das músicas que irão ser presença obrigatória no Euroclub. “I Feel Alive” traz para a Eurovisão um tema dance, bem produzido e que se ouve muito bem. Sem ser uma pérola, é das melhores apostas de 2017.
Imri é visualmente
competente e a sua interpretação garante à música um nível acima da média das composição desta edição. Não é um “Golden Boy” e é demasiadamente genérica, mas cumpre o seu objectivo. Passar à Final e classificar-se na melhor metade da tabela classificativa. A performance em palco tem de ser brutal para o conseguir. 13/20

Comentários dos elementos do site Festivais da Canção à canção de Israel:

Miguel MeiraEsta semifinal termina da melhor forma. Israel tem apostado forte nas suas presenças na Eurovisão nos últimos anos. Mais um grande intérprete vem deste país, com uma excelente postura em palco e um aspeto que agradará aos fãs. Um tema pop eletrónico dentro da linha do que se ouve hoje em dia nas rádios poderá ser uma mais valia. Misturam também uma sonoridade mais étnica como em “Golden Boy”, no entanto creio que poderia ser mais visível. 17/20

Vasco da Câmara PereiraMais uma canção igual a tantas outras, que não contribui minimamente para o slogan deste ano. Pop dançável, que já ouvimos tantas outras vezes em tantos outros concursos. No entanto, vai fazer as delicias de muitos eurofãs face à sua semelhança com os temas suecos “feitos a metro” e face à figura física do seu intérprete. 12/20

André Miguel GodinhoEsta semifinal acaba de forma bastante animada, e isso será o grande trunfo para esta canção, que na verdade tem pouca concorrência este ano neste estilo! Podia ser mais bem conseguida, mas é aceitável. 14/20

Carlos Portelo O cantor é apelativo, o que para este tipo de concursos não é definitivo, mas ajuda muito. A canção é banal, mas cumpre. Poderá ser finalista mas não é muito previsível. 12/20

Gonçalo CoelhoA proposta de Israel é uma canção igual a muitas outras. Soa bem numa discoteca ou durante uma corrida na passadeira do ginásio, mas não serve para mais nada. Ouve-se, transmite-nos energia, mas, no segundo em que termina, esquecemo-la logo. Não tem história, não tem sumo, não tem praticamente personalidade (tirando aqueles segundos do instrumental mais perto do fim, com um toque étnico), e é uma canção tão plástica como o próprio intérprete que a canta, que parece um produto feito à medida para participar na Eurovisão. Israel fez melhor nos dois últimos anos. 11/20

Guilherme RuivoIsrael presenteia-nos com um tema ao jeito de “Golden Boy”, o que poderá ser um bom pronuncio para o país. Não chega perto do tema de 2015, mas é moderno, é animado, é bem cantado e o cantor tem uma boa imagem. Passará certamente para a final e, caso resulte bem em palco, poderá fazer um top 10. Por mim passaria, mas ficaria na segunda metade da tabela final. 13/20

João VeladaEsta canção pop dance vinda de Israel tem bastante força e prende-nos facilmente à primeira audição, o que é um factor importante para ter sucesso na Eurovisão. Embora não traga nada de novo, é uma boa canção dentro do seu estilo (algo superior à da Grécia) e fecha em grande a segunda semifinal. Não tenho quaisquer dúvidas de que a voltaremos a ouvir na final. 17/20

Luís PereiraA canção deste ano traz-me muito à memória o de 2015 quando Israel levou Nadav e o seu tema “Golden Boy”. Apesar de gostar mais de “Golden Boy” acredito que Israel estará na final este ano. 11/20

Maria Fernanda Fonseca“I Feel Alive” e cá estamos novamente na chamada canção festivaleira e por demais desgastada. Saudades quando este país nos presenteava com canções fora do vulgar e ganhadoras. Saliento a boa voz do cantor. 12/20

Pontuação Média dos Jurados Convidados: 14,62 Pontuação Média dos Jurados do Site Festivais da Canção: 13,22
Pontuação Total: 235 pontos | Pontuação Média de todos os jurados: 13,88
Intervalo de Pontuação entre: 09 e 20 respetivamente de Carluz Belo e de Pedro Sá

Posição País Pontos Média
Bielorrússia 252 14,82
Hungria 250 14,70
Irlanda 247 14,53
Estónia 243 14,29
Bulgária 239 14,06
Holanda 238 14,00
Israel 236 13,88
Malta 234 13,76
Suíça 227 13,35
10º Dinamarca 213 12,53
11º Croácia 212 12,47
11º Sérvia 212 12,47
13º Áustria 210 12,35
14º ARJ da Macedónia 204 12,00
15º Roménia 173 10,18
16º Noruega 167 09,82
17º San Marino 134 07,88
18º Lituânia 130 07,65

Fonte: Festivais da Canção

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