Professor Jorge Mangorrinha em artigo no Diário de Notícias

O Professor Jorge Mangorrinha deu uma entrevista à agência Lusa que foi publicada no dia 15 no Diário de Notícias sobre a organização do Festival Eurovisão da Canção no próximo ano em Portugal.

Este investigador já tinha desenvolvido um estudo a cujo destaque pode aceder aqui.
Nas suas colaborações dom o nosso site este teórico já escreveu sobre esta temática, agora tão pertinente. Pode aceder aqui a um artigo publicado que se intitula As Cidades da Eurovisão e aqui a todas as Crónicas do Professor.

Jorge Mangorrinha refere que a Eurovisão é uma oportunidade de investimento e não uma despesa. Este professor defende ainda a organização do evento irá gerar retornos superiores ao investimento.

As dezenas de milhares de pessoas que anualmente de deslocam no contexto eurovisivo são um desafio, não só para a RTP, mas também para o Governo, as empresas e a capital portuguesa, sublinha o Professor Jorge Mangorrinha.

No estudo anterior que este teórico já tinha desenvolvido, no âmbito académico, entrando em linha de conta com as seguintes variáveis e citamos exercitando já essa possibilidade organizativa em Portugal, passou por admitir as variáveis essenciais: infraestruturas, transportes, plano de emergência e segurança, hotelaria, comércio, animação diurna e noturna, capacidade de carga dos espaços e especificidade da procura turística, com impactos físicos, culturais e económicos.

O Professor Jorge Mangorrinha, no já mencionado estudo, defende que Lisboa tem condições para receber o Festival da Eurovisão, apontando o MEO Arena, o Parque das Nações, com as estruturas da F.I.L. e as praças principais da Baixa Lisboeta, como elementos que capacitam a cidade para os espetáculos e eventos paralelos a decorrer nas duas semanas eurovisivas. As características lusas como o clima, luz, história, cultura, tradições, gastronomia, hospitalidade e diversidade concentrada são fatores apontados como mais valias, assim como o reconhecimento da marca Lisboa que já foi alvo de vários prémios a nível internacional. Todas estas características são apontadas como fortemente aliciadoras para um aumento da procura turística principalmente por parte dos escandinavos e dos povos de leste que são os mais entusiastas pelo Festival da Eurovisão.

Para o Professor Jorge Mangorrinha os cerca de 20 a 30 milhões de euros que poderá custar o evento poderão ser recuperados a curto, médio e longo prazo.

Aceda aqui à notícia completa no DN.

Fonte: Diário de Notícias, Festivais da Canção

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