In Memoriam – Às vítimas mortais do fogo de Pedrógão Grande e aos cantores falecidos do FC1986 e ESC1987 e 1988

Antes de darmos seguimento à rubrica In Memoriam aos cantores falecidos do ESC e FC dos anos entre 1986 e 1989, não podemos deixar de mencionar e dedicar este In Memoriam especial a todos os que pereceram no fogo de Pedrógão Grande. Não há palavras nem adjetivos que possamos usar para qualificar esta catástrofe que o nosso país está a viver. Resta associarmo-nos ao luto nacional decretado pelas instâncias oficiais e deixar as nossas condolências aos familiares e amigos de todas as vítimas.
Portugal está unido e solidário em torno de todos os que diretamente sofrem por esta calamidade. In Memoriam dos que pereceram neste incêndio.

FC/ESC 1986, 1987, 1988, 1989

Na segunda metade da década de 80 do século passado, a edição de 1988 do ESC teve como vencedora um dos maiores nomes da música internacional. Céline Dion representou a Suíça, conseguindo, numa das votações mais renhidas de sempre, a segunda vitória para este país.

Também foi na segunda metade da referida década que, pela primeira vez, elementos de uma casa real reinante estiveram presentes na gala eurovisiva. Tal ocorreu em 1986, na Noruega, onde assistiram ao concurso os príncipes Haroldo e Sónia (Reis da Noruega desde 1991) e os seus filhos, Marta Luísa e Haakon.

Entre 1986 e 1989, somente dois dos representantes jugoslavos faleceram. Relativamente ao Festival RTP da Canção, dois concorrentes da edição de 1986 já não se encontram entre nós. 

ESC 87

  • Jugoslávia

o   Nenad Šarić – 3 de maio de 2012 (64 anos) – enfarte do miocárdio

ESC 88

  • Jugoslávia

o   Mustafa Ismailovski – 31 de dezembro de 1999 (43 anos) – complicações resultantes de um cirurgia abdominal

Festival da Canção 1986

o   Sérgio Borges – 17 de dezembro de 2011 (68 anos) – ataque cardíaco

o   Luís Filipe – 9 de novembro de 2015 (63 anos) – cancro

Através dos pensamentos de Marcel Proust, homenageamos aqui estes cantores: “Acontece com a velhice o mesmo que com a morte. Alguns enfrentam-nas com indiferença, não porque tenham mais coragem do que outros, mas porque têm menos imaginação. O importante não é nem a velhice nem a morte, é aquilo que fica e aquilo que os vivos se lembrarão”.

Fonte: Festivais da Canção

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