In Memoriam – Aos cantores falecidos do ESC2000-2001-2002-2003-2004

2000 / 2001 / 2002 / 2003 / 2004

Logo no primeiro ano do século XXI, a EBU decidiu aumentar consideravelmente o merchandising associado ao ESC: foi pela primeira vez editado um CD oficial com todas as canções concorrentes. Posteriormente, surgiram o DVD/Blu-Ray oficial, as moedas comemorativas, o programa e muitos outros produtos, que fizeram a delicia de inúmeros fãs.

Os primeiros anos do novo século também foram pródigos em polémicas, associadas a diversos países e concorrentes. Uma das mais emblemáticas foi a que esteve associada à canção que representou a Suécia em 2001, “Listen to your heartbeat”. Esta canção foi amplamente acusada de plágio, tendo sido considerada uma cópia do tema que representou a Bélgica na edição de 1996, “Liefde is een kaartspel”. A EBU decidiu que o assunto teria que ser resolvido em tribunal, o que levou os compositores – entre eles, Thomas G:Son – a pagarem uma avultada soma em dinheiro aos compositores belgas para evitarem o escândalo e a desclassificação.

Das edições do ESC que ocorreram entre 2000 e 2004, apenas cinco dos seus intérpretes já faleceram. Até ao momento, nenhum dos participantes dos Festivais RTP da Canção que ocorreram nos mesmos anos morreu.

ESC 00

  • Áustria
  • Lynne Kieran (The Rounder Girls) – 8 de dezembro de 2013 (53 anos) – edema pulmonar
  • Letónia
  • Gundars Mauševics (Brainstorm / Prāta Vētra) – 23 de maio de 2004 (29 anos) – acidente de viação
  • Roménia
  • George Pătrănoiu (Taxi) – 19 de dezembro de 2015 (42 anos) – cancro bucal

ESC 03

  • Letónia
  • Mārtiņš Freimanis (F.L.Y.) – 27 de janeiro de 2011 (33 anos) – insuficiência renal e pleurisia

 

ESC 04

  • Macedónia
  • Toše Proeski – 16 de outubro de 2007 (26 anos) – acidente de viação

Através das palavras de Pitágoras, da antiga Grécia, homenageamos aqui todos estes cantores: A alma nunca morre. A alma, quando o corpo termina a sua existência, recomeça uma nova vida: nada mais faz do que mudar de domicílio, tomando uma nova forma. Quanto a mim, que vos revelo estas verdades, já fui Euforbes numa outra vida, durante a guerra de Tróia, e já fui Juno, em Micenas, há cem anos atrás. Agora sou matemático e poderei vir a ser artista, cantor ou filósofo mais à frente. Por isso vos digo, embora vivendo em vários corpos, a alma é sempre a mesma: o que muda é a forma.”

Fonte: Festivais da Canção

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