In Memoriam – Aos cantores falecidos do ESC e do FC entre 2005 e 2009

2005 / 2006 / 2007 / 2008 / 2009

A partir de 2005, algumas personalidades influentes começaram a referir que o concurso tinha um duração excessiva – em 2005, a final durou três horas e meia. Foi salientado que a duração excessiva do programa se devia ao processo de votação, que muitos consideravam bastante enfadonho.

Por este motivo, ocorreu uma alteração em 2006, sendo que apenas as três pontuações mais elevadas eram lidas pelo porta-voz (8, 10 e 12 pontos). As restantes surgiam de imediato no ecrã, mal o porta-voz do júri se apresentava. Em 2016, com o novo método de votação, o porta-voz de cada júri passou a anunciar apenas a canção mais votada: os famosos 12 pontos.

Das edições do ESC que ocorreram entre 2005 e 2009, apenas cinco dos seus intérpretes já faleceram. Já das edições do Festival RTP da Canção que ocorreram nos mesmos anos, apenas dois dos seus participantes morreram.

ESC 07

· Alemanha

o Roger Cicero – 24 de março de 2016 (45 anos) – apoplexia cerebral

ESC 08

· Croácia

o 75 Cents / Ladislav Demeterffy – 19 de novembro de 2010 (77 anos) – causas não reveladas

· Estónia

o Tarmo Leinatamm (Kreisiraadio) – 13 de outubro de 2014 (56 anos) – cancro

· Letónia

o Jānis Vaišļa (Pirates of the Sea) – 9 de janeiro de 2016 (46 anos) – amiloidose cardíaca

ESC 09

· Bósnia

o Denis Čabrić (Regina) – 17 de agosto de 2016 (49 anos) – ataque cardíaco

Festival da Canção 06

o Beto – 23 de maio de 2010 (42 anos) – acidente vascular cerebral

Festival da Canção 07

o Cláudio Panta Nunes (Corvos) – 1 de janeiro de 2017 (32 anos) – cancro

Através das palavras da jornalista e escritora brasileira, Martha Medeiros, homenageamos aqui todos estes cantores: “Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não canta e quem não encontra graça em si mesmo. Morre lentamente quem destrói o seu amor próprio, quem não se deixa ajudar e quem não encanta os outros com a sua arte. Morre lentamente quem se transforma num escravo do hábito, quem não muda de marca, quem não arrisca, quem não conversa com o outro. Morre lentamente quem evita uma paixão, quem não se emociona com uma canção e quem não expõe a sua alma. Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz, quem não trabalha com amor e quem não batalha pelo o que acredita. Por tudo isto vos digo que um verdadeiro artista nunca morre lentamente, morre de um só golpe, num só instante, expondo toda a sua arte e toda a sua genialidade.”

Fonte: Festivais da Canção

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